Máximo da Graça Domingos deixou-nos ontem, dia 29 de Setembro de 2026.
Quem era o Máximo? Não sei! Poderá alguém afirmar com convicção que conhece outra pessoa? Cada ser humano é único e apenas a conhecemos através daquilo que nos diz e pelas acções que pratica ao longo da vida.
Pelo que conheci do Máximo é minha convicção que dedicou uma parte substancial da sua vida à luta pela criação de melhores condições de vida para os outros. E, esse objectivo desenvolveu-o essencialmente enquanto activista sindical no BBVA (Banco Bilbao Vizcaya Argentaria) no âmbito do então Sindicato dos Bancários do Sul Ilhas a cujo Conselho Geral pertencia.
No entanto, o seu profundo envolvimento nas acções sindicais não o impediu de colaborar com outras organizações, nomeadamente à Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla, em parte devido à doença da sua esposa.
Outra das facetas do Máximo, talvez a menos conhecida, era a sua apetência pelas viagens o que o levou a adquirir uma auto caravana e tornar-se autocaravanista.
Já o seu cariz humanitário levou-o a inscrever-se na Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos de Queluz, tendo sido eleito para os Corpos Sociais da instituição, dos quais fazia parte à data da sua morte.
Recordar o Máximo Domingos não é apenas recordar o homem, mas também toda uma época de generosidade, solidariedade e esperança.
Venceremos, Máximo. Venceremos!
